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Perguntas Frequentes

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Não. Para realização de qualquer exame, é necessário passar por uma consulta médica.

Você precisa levar o pedido do seu médico e a identidade. Para esse tipo de exame não há necessidade de marcação prévia.

O pedido do médico e sua identidade. Para este exame não há necessidade de marcação prévia.

No Brasil costuma-se pedir pelo menos quatro exames de ultrassom durante a gestação, conforme é recomendado pela SBUS - Sociedade Brasileira de Ultrassonografia e pela Sociedade Internacional de Ginecologia e Obstetrícia:

1 - Entre a 6ª e a 10ª semanas de gestação - visa a determinar a idade gestacional, especialmente quando a datação for incerta, para se determinar a época para a mensuração da translucência nucal. Esta informação é muito importante para se avaliar o desenvolvimento do bebê no decorrer da gestação, sendo que, muitas vezes, a mãe não lembra a data da última menstruação (e é com esta data que se calcula a idade gestacional);

2 - Entre a 11ª e a 14ª semanas de gestação - visa a mensurar a translucência nucal e calcular o risco de haver anomalias, principalmente as genéticas. No nosso laboratório, associamos esse exame com a avaliação do osso nasal e doppler do ducto venoso, que é um importante rastreador das anomalias cardíacas;

3 - Entre a 20ª e a 24ª semanas de gestação – visa a realizar o estudo morfológico completo do feto, rastreando até 85% das anomalias detectáveis pelo método e o doppler das artérias uterinas, que pode prever se a paciente terá ou não risco de desenvolver a doença hipertensiva da gestação (eclampsia ou pré-eclampsia);

4 - Entre a 30ª e a 34ª semanas de gestação – visa a determinar o desenvolvimento fetal, correlacionando-o com o esperado pela datação dos exames anteriores e, se abaixo do normal, deverá ser analisada cuidadosamente a placenta e realizar um estudo doppler da gestação para determinar se a nutrição e a oxigenação do feto estão adequadas.

Os exames seriados durante a gravidez permitem avaliar o desenvolvimento normal do bebê. Também estimam o seu ganho de peso e avaliam se está adequado, assim como determinam o risco de prematuridade (nascimento prematuro do bebê), pelo estudo do colo uterino (pela via transvaginal).

As informações obtidas de um exame físico da mama ou pela mamografia são frequentemente insuficientes para a realização do diagnóstico completo da mama.

A ultrassonografia mamária, realizada em conjunto com o exame físico ou com uma mamografia, pode identificar cistos, tumores, abscessos, linfonodos, ectasia dos ductos mamários, vegetações sólidas intraductais, tumores incipientes nas paredes ductais, especialmente no tecido mamário muito denso, difícil de ser examinado, tanto pelo mastologista, quanto pela mamografia, devido sua capacidade de discernir cada camada tecidual e poder correlacioná-las com a anatomia e patologia das mamas.

Em alguns casos, as amostras dos tecidos (biópsia) ou das células (punção aspirativa) de uma área suspeita, podem ser necessárias para finalizar um diagnóstico específico. Se a biópsia ou a punção for necessária, a ultrassonografia pode ser realizada para direcionar a agulha e verificar se há ou não necessidade de uma cirurgia. As aspirações (remoção de um líquido) dos cistos mamários, também são comumente realizadas usando o direcionamento ultrassonográfico.

A ultrassonografia das mamas hoje não é mais um simples coadjuvante da mamografia, sendo considerado um dos principais métodos para detecção na mama jovem – mama densa.

O ultrassom de mama está indicado para:
1 - Caracterizar um nódulo presente na mamografia ou na palpação;
2 - Definir a conduta quando um nódulo palpável não é visto na mamografia ou quando é visto na mamografia e não é palpável;
3 - Esclarecer se as microcalcificações presentes no raio-X estão associadas a tumor ou se são provenientes de processos benignos;
4 - Esclarecer a mamografia inconclusiva (mamas densas, operadas ou irradiadas);
5 - Não expor a paciente à radiação ionizante (gestantes, jovens ou aquelas que já fizeram muitos exames radiológicos);
6 - Examinar mamas densas (com mastopatia fibrocísticas, gestantes ou jovens);
7 - Examinar mamas com prótese;
8 - Examinar mamas desestruturadas após uma cirurgia ou radioterapia;
9 - Pesquisar a dilatação dos canais da mama (ductos), especialmente quando há perda de secreção pelo mamilo;
10 - Direcionar biópsias para nódulos palpáveis ou detectados em exames de imagem;
11 - Rastrear o câncer de mama em mulheres com menos de 50 anos (indicação consensual pelo AIUM, Instituto do Câncer e Instituto da Saúde dos EUA).

Depende do exame desejado. Cada profissional atende em dias e horários específicos, mas, em geral, a espera não costuma ser grande.